segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Crônicas Guns N Roses... O dia em que quiseram demitir Axl

 Sequência da entrevista realizada pelo CEO do site METAL SLUDGE, STEVIE RACHELLE com o ex-empresário do GUNS N’ ROSES, ALAN NIVEN:

Você mencionou a turnê do AEROSMITH com o GUNS N’ ROSES, que Axl não queria fazer, mas que você o forçou a ir, e que isso teria causado uma rixa. Olhando agora, quando você vê que “Appetite For Destruction” só decolou depois daquela turnê, qual foi o momento do arranque? Qual foi a chave do sucesso do Guns N’ Roses?

Eu não sei se algo foi um elemento de virada. O que você tem é uma progressão da história, e o que aconteceu é o que criou a história.



Havia muito sucesso por vir, mas alguns tempos difíceis também – as mortes no festival de Donnington, a overdose do ex-Jetboy Todd Crew em Nova Iorque, a demissão de Steven Adler, a sua demissão. Podemos falar disso?

Claro.

Vamos começar com Steven Adler. Quando você e a banda o demitiram, o quão difícil foi tal decisão?

Perder Steven foi frustrante e doloroso. Mas nós tentamos e tentamos ajudá-lo. O problema foi que ele não conseguia se ligar no material mais complexo que Axl estava escrevendo pros dois Illusion. Por vezes, Slash e os outros se queixavam que ele não estava sacando o lance, e que ele tocava a mesma parte do mesmo modo duas vezes ao invés de tocar direito na segunda.

A mentira de que ele foi despedido por causa de seu vício é apenas isso – mentira. Foi uma questão de desempenho. Havia outras questões entre Steven e Axl que certamente não ajudaram, e podem ter sido o suficiente para que eles o demitissem. Eu vou dizer que a banda nunca mais se sentiu a mesma depois que ele saiu. Ele pode não ser um dos maiores bateristas do mundo, mas ele tinha uma grande exuberância ao tocar quando ele estava ‘limpo’.



As mortes no festival de Donnington, quando dois fãs foram acidentalmente esmagados. Suas considerações?

Slash disse tudo quando afirmou que o sentimento de desapego e inconseqüência sumiu depois daquele momento. Foi um dia de partir o coração. Você não vai tocar num show de rock pra que isso aconteça. O Rock é o meio mais alto de celebrar a significância, relevância e vitalidade de cada alma. Você não quer voltar pra casa de luto pelos que perdeu.

E quanto aos atrasos crônicos de Axl? Quais eram os métodos que você usava para tentar fazer com que ele fosse ao show na hora certa?

Bem, como eu disse, eu vejo fobia de palco, e a dificuldade de um vocalista em se comprometer com uma boa performance. Mas se atrasar é simplesmente falta de educação e grosseria – com seu público pagante. Em algumas situações, isso se torna genuinamente perigoso para a segurança do público.

E quanto a sua opinião em relação ao profissionalismo de Axl?

Você gostaria de estar na equipe dele, e ter que desmontar um palco às 3 e meia da manhã, e colocá-lo em cases e dirigir 350 quilômetros e ter que reconstruí-lo pro show da noite seguinte? Eu me preocupo que um dia algum triste acidente ocorra por causa de desgaste da equipe. Uma coisa é dar-se o direito de não querer aparecer, não se render ao insaciável apetite da mídia, indiferente. È bem diferente de colocar seu próprio pessoal em risco e não ter apreço pela contribuição deles. Algumas pessoas não têm muito senso de apreço e tem muito convencimento.

Mas uma coisa eu digo sobre Axl Rose. Ele era interessante. Ele era frustrante e cativante, mas ele nunca era chato.

Ah, uma coisa que eu estava pensando: houve alguma vez em que o Guns N’ Roses quase tenha se separado antes de todo o sucesso.

Sim, em Phoenix. Houve um tumulto no show. Eu sentei com a banda e disse, “Olhem, eu fiz um compromisso com essa banda, mas se vocês decidirem arrumar outro vocalista, eu estou do lado de vocês.” Eles pensaram na idéia também.

E há algum momento louco do Guns N’ Roses que nunca foi discutido? Nos dê algo que ninguém jamais soube, Alan.

Bem, OK. Teve uma ocasião, estamos no aeroporto de Los Angeles, e Izzy está me mostrando como ele escondeu a heroína dele no mini-system no compartimento de pilhas. Eu digo a ele pra se livrar daquela porra naquele minuto! Ele o faz. Ele volta, está do meu lado, e estamos assistindo ao entra e sai de passageiros lá embaixo – estávamos em uma área reservada no topo do saguão internacional – e Izzy cai duro. Sim, ele se livrou daquela porra – ele a engoliu. Ele ficou ‘apagado’ o vôo inteiro, de acordo com nosso empresário de turnês, Doug Goldstein. Eu tive que esperar por Axl, que não apareceu pro vôo. Quando Izzy acordou, ele nem sabia que estava em Tóquio. Ele achava que ainda estava no Vale de São Fernando. Steven teve que dar um tranco nele e dizer, “Isso parece com o Vale de São Fernando?”



Conte-nos sobre seu ultimo dia com o Guns N’ Roses, o dia em que você foi despedido, o que aconteceu?

Eu estava em Meadowlands, Nova Jérsei, em 1991. Eu recebi um telefonema do escritório central. Era Axl. Ele estava triste, “Eu não posso mais trabalhar com você.” Eu disse, “Sinto muito em ouvir isso. Eu vou voltar pra Los Angeles em dois dias, vamos sair e jantar e falar sobre isso.” Essa foi a última vez em que eu falei com ele. Até hoje, nunca mais trocamos uma única palavra.

Os outros abraçaram a decisão?

Eles tinham que abraçar! O meu entendimento da situação é que Axl disse ao grupo que ele não sairia em turnê se eu continuasse como empresário. Ele não deu muita escolha aos outros, né? Nessa altura do campeonato, Axl já estava começando a dominar. Vamos olhar pra primeira coisa que ele fez quando eu saí: ele fez com que todo mundo na banda cedesse os direitos de nome do grupo pra ele. Foi uma manobra de controle entre Axl e Doug Goldstein. Os dois sabiam que eu nunca apoiaria algo desse tipo.  Axl nunca nem mencionou isso quando eu era o empresário porque ele sabia onde eu ia mandar enfiar essa história.

Então o que você está dizendo? Que Axl e Doug Goldstein tinham uma aliança secreta?

Isso é uma maneira bem precisa de descrever isso.

Wow.

Todo o trabalho de preparação pros ‘Illusions’ e a turnê a seguir, todas as negociações, tudo tinha sido feito. Então eu me tornei descartável. Simples assim… eu vendi todos meus direitos a futuros dividendos por uma fração do que eles valiam em 1991. Meu estado emocional na época estava tão descontrolado que eu desejava me livrar de todas as futuras negociações com Axl e Goldstein.

Eu não recebi nenhum conselho contrário ou mais avaliado daqueles cuja responsabilidade era fazer tal tarefa – como meu advogado na época, meu contador na época. Eu fiquei mais decepcionado com eles no decorrer do tempo do que com os membros do Guns N’ Roses. No geral, contudo, foi uma decisão minha e assim, minha total responsabilidade, e eu o fiz por razões de saúde emocional e espiritual. Eu não recebi nenhum pagamento do Guns N’ Roses desde 1991.

Eu acho que tanto Axl como Goldstein eram, naquela época, controladores e gananciosos. Axl se queixava o tempo todo que Steven Adler ficava com uma porcentagem dos royalties pela composição. Eu tinha recomendado que a banda tivesse uma divisão igual pra esse dinheiro – assim como faziam o Van Halen, Great White e outros – porque minha observação era que os fatores principais que destruíam bandas eram mulheres e discussões sobre divisões desiguais de renda, especialmente royalties mecânicos. Assim, eu recomendaria divisão igual de royalties – e não de mulheres!

De qualquer modo, com o GNR, Axl ficava com mais do que qualquer outro, e Adler ficava com menos. Os outros três ficavam com o mesmo: menos do que Axl e mais do que Adler. No final das contas, a fissura entre Axl e Adler foi exacerbada pelos dois outros fatores que sempre racham bandas no meio – dinheiro e uma mulher.



Seu acordo com eles foi de 3.5 milhões de dólares. Como você chegou a esse valor, e houve muita choradeira? Você começou pedindo 5 milhões ou algo do tipo?

Eu estava emocionalmente anulado e me sentindo triste naquele tempo. Minha postura foi, simplesmente me dêem o cheque pra que eu não tenha que lidar com nenhum de vocês de novo. Parece muito, mas 3.5 milhões foram bem menos do que já me deviam por vendas de discos, certamente muito menos. Eu tinha muito mais pra receber comparado a essa soma. E depois que você paga o imposto de renda e com meus parceiros mudos, não foi muito dinheiro, mas eu também nunca entrei nessa por causa do dinheiro

Eu acho que eu cheguei a um número para revender meus direitos para a banda de modo que eu não tivesse que ficar correndo atrás de ninguém para receber minhas comissões. Os 3.5 milhões, eu literalmente bolei esse número do nada, e eles concordaram. Não nos importamos em fazer uma devassa e contabilidade forense. Vamos apenas dizer que eu tinha muito mais pra receber, então o Guns N’ Roses fez um excelente negócio, e eu estava me livrando de todas as responsabilidades. Eu não queria correr atrás de dinheiro e brigar com as pessoas. Eu realmente não me importava.

Você se recorda de algum outro empresário tentar roubar o Guns N’ Roses de você?

Não, mas certa vez Axl chamou Cliff Burnstein e Peter Mensch para serem empresários do grupo, eles estão na Q Prime, e eles eram empresários do Metallica. Mas Peter teve o estilo e a ética de dizer não. Cliff e Peter são boas pessoas. Por minha experiência, eles são pessoas muito boas, e eles são bons no que fazem.



De quem na banda você acabou ficando mais próximo?

Izzy Stradlin. Eu acho que fica claro o que ele achou deu ser demitido pelo fato dele sair três meses depois de mim. Depois, ele estava envolvido no projeto que se tornaria o Velvet Revolver. Eu cheguei a jantar com Slash e Duff numa noite, e eles me pediram pra ser empresário do projeto, mas por várias razões, eu achei que era uma má idéia. O nível de expectativas era simplesmente alto demais.

Ah, só uma coisa antes que eu me esqueça: você chegou a entrar numa briga física com alguém do Guns N’ Roses?

Bem, eu dei um murro na cara de Jack Russel uma vez, não me importo que fiquem sabendo!












Rock News

Tarja Tournen em breve no Brasil

 A agência de produções Top Link confirmou ontem em seu Twitter que novamente trará Tarja Turunen ao Brasil ainda esse semestre. Ainda não foram divulgadas nem datas e nem as cidades que receberão os shows.

Secos e Molhados de volta a ativa

 O guitarrista e compositor João Ricardo reformou o Secos & Molhados para uma apresentação única - pelo menos por enquanto - em São Paulo, no dia 29 de março. Mas até quem nunca foi fã da banda notou uma ausência importantíssima na nova formação do grupo: a do vocalista Ney Matogrosso. Ney, no entanto, não parece se incomodar com o fato de seu antigo parceiro musical voltar a tocar com o nome do grupo.
 Em entrevista à revista Rolling Stone, Ney disse que está feliz na carreira solo, e que não se sentiu abalado com o anúncio do show.

"Nada me incomoda. O nome é dele, e ele pode usar da maneira que ele quiser, absolutamente. Acho normal", disse.

O cantor também descartou uma eventual volta ao grupo que o projetou nacionalmente.

"Estou tocando a minha vida, deixa a dele [João Ricardo] em paz. Isso é passado", declarou.

 O show do Secos & Molhados sob a liderança de João Ricardo ocorre no dia 29 de março, no Cine Jóia, na capital paulista. A apresentação marca o lançamento do novo álbum de João, Chato Boy, que homenageia o disco de estreia do S&M, lançado em 1973.

Material exclusivo no site do Guns n Roses

 A banda Guns N' Roses, atualizou seu site oficial com imagens dos bastidores dos shows de Las Vegas e Los Angeles. Além disso postou os videos oficiais, as datas dos próximos shows da atual turnê e o Fã Clube "Nightrain", com material exclusivo.


Fonte desta matéria: Site Oficial da Banda

Baixista do MC5 falece

 Faleceu na tarde da última sexta-feira, 17 de fevereiro, o baixista americano Michael Davis, aos 68 anos. O músico estava internado há cerca de um mês em Los Angeles (EUA), em decorrência de problemas no fígado.
 Davis integrou a MC5, banda de rock que iniciou as atividades na década de 1960 e durou o tempo de lançar três discos e entrar para a história com a canção "Kick Out The Jams", faixa-título do álbum de estreia. A banda se reuniu por algumas vezes dos anos 1990 em diante, porém sem o brilho anterior.
 Michael Davis integrou outros grupos musicais como Destroy All Monsters (ao lado de Ron Asheton, dos Stooges) e Blood Orange. O músico deixa a mulher e 4 filhos.

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Guns N Roses em show histórico

 Dois vídeos do show do Guns N Roses no dia 15 de fevereiro de 2012 (ontem) já estão sendo classificado por muitos fãs e críticos como um show histórico na trajetória da banda, que não é uma trajetória curta. O grupo tocou por nada mais nada menos que três horas e dez minutos. O longo show contou com músicas de sucesso, que marcaram importância no trajeto da banda.
Confira o Set list completo do show marcante

Chinese Democracy
Welcome to the Jungle
It's So Easy
Mr. Brownstone
Sorry
Shackler's Revenge
Estranged
Rocket Queen
Richard Fortus Guitar Solo
Live and Let Die
(Paul McCartney & Wings cover)
You're Crazy
This I Love
Motivation
(Tommy Stinson song)
Dizzy Reed Piano Solo
Street of Dreams
You Could Be Mine
DJ Ashba Guitar Solo
Sweet Child O' Mine
Riff Raff
(AC/DC cover)
Axl Rose Piano Solo
November Rain
Bumblefoot Guitar Solo
Don't Cry
Knockin' On Heaven's Door
(Bob Dylan cover)
Civil War
Used to Love Her
Nightrain
Encore:
Richard Fortus and Bumblefoot Guitar Duet
Madagascar
Better
My Michelle
Patience
Paradise City

Kiss no Brasil em julho!



 Segundo informação do jornal Destak! de São Paulo, que costuma ser uma fonte confiável de notícias, a banda Kiss que fará um tour pela América do Sul com a turnê do álbum Monster, deixará sua marca no Brasil em julho. A banda começará a turnê do novo álbum pela América do Sul e ao que tudo indica fará dois shows pelo Brasil. A data exata e os locais ainda serão definidos.

Fonte: Whiplash  

Axl Rose tem fobia de palco?

Axl Rose costuma se atrasar nos shows porque tem fobia de palco?



 A banda Guns N Roses passou não só por várias formações, mas também por vários empresários ao longo de sua existência. Algumas das equipes de empresários são mais famosas do que outras, como o chefe da indústria Irving Azoff, que foi processado por Axl Rose. Mas Alan Niven talvez seja o mais interessante, já que ele foi o primeiro empresário da banda mais perigosa do planeta. Ele aceitou o emprego relutantemente em 1986, antes de a banda estourar e ficou no posto até ser despedido na véspera do lançamento de ‘Use Your Illusion’. Ele não falou muito sobre seu antigo emprego na imprensa nos 20 anos que se passaram desde sua surpreendente dispensa. Até agora. O site-paródia METAL SLUDGE conseguiu atrair Niven para uma longa entrevista, na qual ele diz que aceitou o emprego porque ninguém mais aceitaria. Ele admitiu, “Eu tinha feito uma pesquisa sobre o Guns N’ Roses, e claro, eles eram um desastre. Eu sabia no que estava entrando: metade da banda era viciada em heroína, e eles já tinham gasto 75 mil dólares em dinheiro sem nenhuma gravação decente para lançar. Eles deviam ter dinheiro, mas estavam totalmente falidos.” Não era exatamente uma receita de sucesso, especialmente já que a Geffen estava louca pra quebrar o contrato com eles. Ele basicamente topou a empreitada quando seu amigo, um executivo da Geffen de nome Tom Zutaut, o chantageou emocionalmente, dizendo que seria despedido se não arrumasse um empresário pro grupo.


 Quando Niven encontrou com a banda em uma casa no sul da Califórnia onde eles estavam morando e subseqüentemente fizeram com que o valor da propriedade despencasse como se fosse feita de merda, ele lidou com Izzy Stradlin quase desmaiando e Slash dando coelhos brancos para sua cobra tentando espantar Niven. O que casou uma má impressão aos olhos de Niven. 

Então porque diabos ele aceitou o emprego? 

 Niven de fato fez com que as coisas mudassem, empresariando a banda do zero até lotar o Wembley Stadium na Inglaterra. Ele passou metade de sua vida no escritório ou na estrada, enquanto a banda excursionava com o The Cult, Mötley Crüe e Alice Cooper. A Geffen queria tirar a banda da estrada depois que ‘Appetite For Destruction’ vendesse 200 mil cópias, de modo a gravar um novo disco. Niven convenceu os poderosos do selo a darem mais tempo a ele, e ele sabia como chegar na MTV e fazer um gol. Ele disse, “foi necessário um esforço coletivo completo para chegar na MTV. Eu, David Geffen. Nós tentamos pela segunda vez. Eu fui até as pessoas na MTV, e eu disse, ‘Que porra é essa? A banda está obviamente conectando com as pessoas. ’ Porque eles continuam com música pop europeia e não dão uma chance pra esses caras?”
 Niven também revelou que Axl Rose tinha pânico de palco, e queria cancelar a marcante turnê da banda com o Aerosmith na época. Ele também forneceu uma perspectiva interessante de Rose – como frontman. Niven disse, “Ele não queria ir”, sobre a turnê com o Aerosmith. Foi um dos pontos de reviravolta da banda em sua caça pelo estrelato, mas as coisas não iam muito bem.
 Ele continuou: “Naquela época, era bem evidente que ele tinha um tipo de fobia do palco. Ele é um cantor, e cantores têm que ir lá três, quatro vezes por semana, eles investem sua alma no que eles estão cantando. Os guitarristas têm algo nas mãos. Eles não estão nus. O cantor está ali, desnudado, e algumas vezes isso é difícil de fazer. Obviamente, Axl ainda tem problemas com isso porque ele ainda se atrasa.”

 Será mesmo que um astro do rock possa ter alguma espécie de fobia ao palco? Talvez Axl Rose goste de se atrasar, fazendo isso propositalmente para deixar o público na expectativa, seria um desrespeito com o público, uma forma de criar expectativas, irresponsabilidade da parte do cantor, ou Axl Rose o vocalista de uma das maiores bandas de Rock de todos os tempos teria mesmo fobia ao palco...?  

Fonte: Whiplash